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sábado, 11 de junho de 2016

DIA DOS NAMORADOS: Alimentos que melhoram o desempenho sexual

  • Quem é que não gosta de manter uma relação sexual prazerosa e saudável? Para isso, é necessário sempre estar com a mente tranquila e se sentir confortável. Mas, além do psicológico e do autoconhecimento, alguns alimentos pode ajudam a revigorar a vida sexual.
    Os alimentos afrodisíacos alteram o funcionamento do metabolismo: algunsaumentam o desejo sexual, outros estimulam a produção de hormônios ligados àlibido, estimulam a sensação de prazer, aumentam a lubrificação e outros ainda aumentam a vasodilatação, o que favorece a irrigação de várias partes do corpo, entre elas as genitais, prolongando a ereção.
  • Alho

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    As substâncias presente no alho estimulam a libido feminina e aumentam a circulação sanguínea, contribuindo para o prolongamento da ereção.
  • Amendoim

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    Rico em vitamina E, o amendoim aumenta a energia e instiga o apetite sexual.
  • Alecrim

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    Indicado também para o tratamento da impotência sexual, a erva é um ótimo estimulante, além de se aroma abrir o apetite sexual.
  • Amêndoas

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    Conhecidas como o símbolo da fertilidade, a oleaginosa é rica em zinco, selênio e vitamina E, substâncias que aumentam os níveis de hormônios masculinos, logo, odesejo sexual.
  • Aspargos

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    O vegetal não é muito consumido, mas é um dos alimentos afrodisíacos mais eficientes, já que uma de suas substâncias estimula a produção de histamina, hormônio responsável pela estimulação da libido.
  • Aipo

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    Uma de suas substâncias estimula a liberação de androsterona, hormônio inodoro que é liberado pelo homem e estimula a libido da mulher.
  • Aveia e cereais integrais

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    O grão aumenta o nível de testosterona e do aminoácido L-arginina, que é um dos principais componentes dos tratamentos para a disfunção erétil.
  • Catuaba

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    Estimulante sexual que facilita a ereção.
  • Chocolate

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    Suas substâncias aumentam a produção de seretonina, hormônio responsável pelas sensações de prazer e felicidade. Quanto mais amargo for, melhor.
  • Folhas verdes

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    Ricas em magnésio e cálcio, minerais que contribuem para a circulação.
  • Gengibre

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    Além de prolongar a ereção, suas substâncias estimulam a lubrificação feminina.
  • Mel

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    Além de ter aroma estimulante, aumenta os níveis de testosterona, um dos hormonios responsáveis pelo prazer.
  • Ostras

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    Ricas em zinco, estimulam a lubrificação feminina. Suas substâncias também são usadas em tratamentos para infertilidade masculina.
  • Pimenta

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    Além de aumentar a circulação sanguínea e a frequência cardíaca, as pimentas estimulam órgãos genitais gerando uma sensação de excitação.
  • Sorvete de baunilha

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    Rico em cálcio e ferro, minerais que contribuem na ação muscular que controla a ejaculação.
  • Receita para melhorar o desempenho sexual

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    Ingredientes:

    • 300 gr de linhaça moída;
    • 500 gr de leite de soja em pó;
    • 100 gr de farinha de aveia;

    Modo de fazer:

    Bata todos os ingredientes no liquidificador e guarde em um recipiente com tampa. Misture uma colher de sopa a iogurtes ou sucos naturais todos os dias.
OUTRA RECEITA


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quinta-feira, 31 de março de 2016

Redução do consumo de açúcar melhora a saúde de crianças obesas

Eliminar o açúcar da dieta de uma criança pode melhorar sua saúde de forma imediata.

Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia, em São Francisco, demonstrou que ao eliminar o açúcar da dieta de crianças obesas conseguia-se reduzir de forma imediata a hipertensão das crianças e melhorar os níveis de açúcar no sangue e colesterol.
Participaram deste estudo 43 crianças obesas. Os pesquisadores lhes proporcionaram uma dieta de 9 dias em que se reduziu de forma significativa o conteúdo de açúcar, mas se substituíram os açúcares por alimentos a base de amido para assegurar que as crianças manteriam o mesmo nível de ingestão de calorias e carboidratos.
De acordo com os pesquisadores, a dieta provocou uma melhora imediata nas crianças. “Cada aspecto de sua saúde metabólica melhorou, sem alteração das calorias”, assinalou o autor do estudo, o Dr. Robert Lustig, endocrinologista pediátrico no Hospital Pediátrico Benioff da Universidade da Califórnia, em São Francisco. De acordo com o pesquisador, as calorias do açúcar não representam grande preocupação, e este estudo permitiu demonstrar “que o açúcar é metabolicamente prejudicial, não por suas calorias nem por seus efeitos no peso. Ou melhor, o açúcar é metabolicamente daninho porque é açúcar”.
Os resultados do estudo colocam em dúvida a crença de que “uma caloria é uma caloria” e propõe maior atenção aos elementos que se incorporam em uma dieta infantil. O Dr. Jeffrey Mechanick, presidente do Colégio Americano de Endocrinologia, manifestou que o estudo expõe a necessidade de avaliar os padrões alimentares e identificar os padrões alimentares sadios para os consumidores dos Estados Unidos, sendo esta tarefa tão importante como identificar a ingestão calórica das pessoas.
Depois de uma dieta de 9 dias com restrição de açúcar, todos os aspectos da saúde metabólica dos pacientes melhoraram, sem que se alterasse seu peso. De acordo com os resultados obtidos, conseguiu-se diminuir a pressão arterial até níveis próximos ao normal, e reduziram-se os níveis de triglicerídeos e de colesterol LDL (“mau”). Além disso, conseguiu-se reduzir o nível de glicose no sangue em jejum em cinco pontos, enquanto os níveis de insulina reduziram-se em um terço.

Lustig ressaltou que em apenas 10 dias pôde-se reverter em grande medida a disfunção metabólica dos garotos com uma medida simples como a eliminação do açúcar.

Mechanick destacou que as pessoas fariam bem se seguirem as recomendações dietéticas que animam a reduzir a ingestão de açúcar e comer mais frutas e verduras. Ademais, assinalou que o estudo realizou-se com um grupo reduzido de crianças durante um período curto de tempo e, portanto, seria necessário replicar a experiência com um grupo maior.

A obesidade e doenças relacionadas a ela são crescentes entre a população infantil, é necessário pesquisar as estratégias de nutrição mais adequadas para reduzir esta tendência. Os estudantes da área de Nutrição da FUNIBER informam-se constantemente sobre as últimas pesquisas para proporcionar recomendações que melhorem o estado de saúde de seus pacientes.

sábado, 26 de março de 2016

Comida feita em casa poderia reduzir o risco de diabetes tipo 2

Baixo consumo de bebidas açucaradas e manter um peso adequado podem ter relação com um menor risco de diabetes.

Pesquisadores da Universidade de Harvard concluíram que o consumo de comida feita em casa poderia prevenir a diabetes tipo 2. O estudo realizado permitiu calcular que cada almoço preparado em casa por semana permitia uma redução de 2% do risco de surgimento de diabetes, enquanto que por cada jantar preparado em casa o risco reduzia-se em 4%. Estes dados contrastam com a tendência global do aumento do consumo de alimentos preparados fora de casa.
O autor do estudo, Geng Zong, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública T.H. Chan da Universidade de Harvard em Boston, manifestou que este estudo não foi elaborado para demonstrar uma relação de causa e efeito, portanto, necessitam-se mais estudos para determinar a causalidade. Os resultados deste estudo são considerados preliminares até sua publicação em uma revista revisada por profissionais.
Zong indicou que o consumo de alimentos preparados fora de casa aumentou em 10% em meados dos anos 60, e em até mais de 30% entre 2005 e 2008; ademais, o tempo que as pessoas passam cozinhando reduziu-se um terço. Durante este tempo, a prevalência de obesidade e diabetes tipo 2 seguiu em crescimento.
Para este estudo recolheram-se dados de 58 mil mulheres que participaram do Estudo de Saúde de Enfermeiras, e de 41 mil homens do Estudo de Seguimento de Profissionais da Saúde.
Ao analisar os dados, pôde-se determinar que aquelas pessoas que comiam entre 11 e 14 almoços ou jantares feitos em casa por semana tinham um risco aproximadamente 13% mais baixo de desenvolver diabetes tipo 2 em comparação com aquelas que comiam menos de 6 refeições preparadas em casa por semana.
Pôde-se identificar que as pessoas que se alimentavam em casa tinham um baixo consumo de bebidas açucaradas, o que estabelece uma relação com a diabetes neste estudo. Além disso, determinou-se que as pessoas que comem alimentos preparados em casa costumam ser ligeiramente mais magras.
Zong indicou que os dados de uma pesquisa nacional mostravam que cozinhar o jantar em casa associava-se a um consumo mais baixo de gordura e açúcar. O pesquisador destacou que é necessário realizar mais estudos “que demonstrem que preparar as comidas em casa poderia prevenir o risco de diabetes e obesidade, e como poderiam fazê-lo”.
O pesquisador ressaltou que contar com comida saudável em casa não permitia um consumo ilimitado de alimentos. Zong recomenda manter um equilíbrio entre o consumo de alimentos e atividade física para manter um adequado peso corporal e a saúde.
A diabetes é um mal que avança globalmente. Os estudantes da área de Saúde e Nutrição da FUNIBER recebem capacitação que permite desenvolver estratégias para prevenir o avanço desta e de outras doenças que têm como origem a alimentação das pessoas.
Foto: Alguns direitos reservador por WordRidden