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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

DIA DO NUTRICIONISTAS 23 DE 24

Um alimento perigoso
A alimentação que colocamos nos nossos estômagos era o suficiente para ter matado a maioria dos aqui presentes há vários anos. A carne vermelha é terrível. Refrigerantes provocam a erosão das paredes externas do estômago.
Comida chinesa contém MSG. Vegetais podem ser desastrosos e todos sabem o mal que causam os germes contidos na água que bebemos.
Mas há um alimento que é, de longe, o mais perigoso de todos e a maioria de vocês já o comeu ou irá comê-lo, em algum momento da sua vida. Alguém poderia me dizer que alimento perigosíssimo é este, que causa o maior dos sofrimentos, mesmo decorrido anos após o termos ingerido?
Um senhor de 50 anos levanta-se e diz:
- Bolo de casamento.
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Cantadas para nutricionista #1
- Gata, você é nutricionista, né?
- Sim, como você sabe?
- Porque quando te vi eu sabia exatamente o que comer.
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Cantadas para nutricionista #2
- Gata, você é nutricionista, né?
- Sou sim!
- Então inclui tuas carnes na minha dieta.
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Receita para emagrecer
Já sei porque estou engordando!!!!!! É o xampu!!!!!!!!!!
Só hoje me dei conta que a embalagem diz: “para dar corpo e volume!!!”
Por isso, a partir de agora passo a me lavar com o sabão do lava-louças, que diz: “dissolve a gordura, até a mais difícil!!!!!”
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As dez frases mais ditas por quem sofre de obesidade
1. “Eu já jantei, mas vou aceitar só um pedacinho!”
2. “Que saco! Essa roupa não para de encolher!”
3. “Eu não como muito É que tenho tendência pra engordar!”
4. “Eu só fiquei gordo depois que parei de fumar!”
5. “Essas cadeiras são de péssima qualidade! Quebram por qualquer coisinhaaaaa “
6. “Droga! Outra balança desregulada “
7. “Vou comer esse doce só pra tirar o gosto do salgado!”
8. “Essa loja é uma droga! Nunca tem roupa do meu tamanho!”
9. “Hoje tô me sentindo tão fraco Vou comer mais uma barra de chocolate!”
10. “Vou comer isso agora, porque segunda eu começo meu regime!”
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Dieta do bife e salada
A senhora, bastante gorda, vai ao nutricionista e pede-lhe que lhe indique uma dieta para emagrecer.
- Ora bem, então a senhora vai passar a comer uma salada e um bife em todas as refeições.
- Certo. Faço isso antes ou depois das refeições?
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Dieta do jardim do Éden
Passeando pelo paraíso, ao passar debaixo de uma macieira, Eva ouve um chamado:
- Ei, psiu!
Era a serpente oferecendo-lhe uma maçã:
- Tome, coma!
- Não quero!
- Você será como um anjo.
- Não quero!
- Você será como Deus.
- Não quero!
- Você será conhecedora do bem e do mal.
- Não quero!
- Come boba, emagrece!
- Então me passa pra cá!
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Loira de dieta
>> Por que a loira lambe a tampa do relógio?
Resposta: Porque tic tac só tem duas calorias!!!
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>> Por que é que a loira se balança toda na hora de comer?
Resposta: está fazendo uma dieta balanceada!
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Dieta dos dias
Piada de nutricionista
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Dieta do chá
Lasanha… chá comigo
Salada… chá pra lá
Picanha… chá comigo
Carne de soja… chá pra lá
Rabada… chá comigo
Peixe grelhado.. chá pra lá
Feijoada… chá comigo
Sopinha… chá pra lá
Cerveja… chá comigo
Chazinho… chá pra lá
Açúcar… chá comigo
Adoçante… chá pra lá
Buteco… chá comigo
Academia… chá pra lá
Rodízio… chá comigo
Spa… chá pra lá
Chá de cadeira… chá comigo
Chacoalhada… chá pra lá
DIA DO NUTRICIONISTAS 01 DE 24 00:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 02 DE 24 01:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 03 DE 24 02:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 04 DE 24 03:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 05 DE 24 04:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 06 DE 24 05:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 07 DE 24 06:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 08 DE 24 07:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 09 DE 24 08:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 10 DE 24 09:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 11 DE 24 10:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 12 DE 24 11:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 13 DE 24 12:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 14 DE 24 13:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 15 DE 24 14:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 16 DE 24 15:00 horas
DIA DO NUTRICIONISTAS 17 DE 24 16:00 horas


DIA DO NUTRICIONISTAS 18 DE 24

Dia do Nutricionista
Serviço de Atendimento ao Profissional - Trabalhos Científicos
“A vida é nutrida por alimentos e as substâncias das quais ela depende são os nutrientes. Estes fornecem a energia e os materiais constituintes para as substâncias incontáveis que são essenciais para o crescimento e a sobrevivência dos seres vivos (KRAUSE, 1995).”
A alimentação como princípio fisiológico sempre mereceu atenção quanto à escolha e preparo dos alimentos. Porém, atualmente, devido à grande distribuição de informações pelos meios de comunicação, ainda nos deparamos com dúvidas de simples respostas, pois estas se encontram entre o que mais nos agrada e o que mais necessitamos – O ALIMENTO.
Por ser a alimentação fruto da cultura e dos hábitos adquiridos, torna-se cada vez mais importante, informar conceitos que possam melhorar os hábitos conhecidos e formar outros que possibilitem melhor qualidade de vida e conseqüentemente, profilaxia à doenças reconhecidas atualmente, como resultado de um estilo de vida inadequado.
Portanto, ensinar como adquirir saúde, no amplo conceito da medicina, obriga- nos à estudar mais sobre alimentação, atividade física e controle do estresse.
Há também a importância da nutrição como fator preventivo de doenças e manutenção do estado de saúde que tem se mostrado fundamental em vários campos de pesquisa, de cunho individual e populacional. No que se refere à melhoria da qualidade de vida, o papel da boa alimentação é preponderante e único.
A História da Nutrição no Brasil e no Mundo...
De acordo com a Associação Brasileira de Nutrição, os primeiros registros da evolução da profissão do nutricionista surgiram no Canadá, em 1670, com o Centro de Classificação e Ocupações Técnicas das Irmãs da Ordem de Ursulinas, e em 1867, em Toronto, com a criação do Curso de ensino de Economia Doméstica. Só em 1902, no entanto, surgiu o Curso de nível Universitário na formação de dietistas.
A primeira profissional da área surge na guerra de Criméia, organizando cozinhas funcionais para dietas à enfermos graves. Na área médica as primeiras dietas para casos especiais são registradas na Escócia.
A primeira guerra mundial marca a necessidade profissional de dietistas para o racionamento alimentar e provisão dos exércitos, e é na Alemanha, em 1914, que surgem os primeiros trabalhos relativos aos alimentos, por meio do conselho de pesquisas médicas do ministério da agricultura.
A primeira Associação Profissional de Dietistas, ou Associação Americana de Dietética, foi criada em Cleveland em 1917 e teve como objetivos:
  • melhorar a nutrição do ser humano;
  • desenvolver a ciência da nutrição e dietética;
  • promover a ciência da nutrição e de áreas afins.
Na França, em 1915, a Sociedade Científica de Higiene Alimentar de Paris é reconhecida como de utilidade pública, criando cursos de Economia Doméstica e Ciências Sociais com enfoque em conhecimentos de nutrição. No Japão também acontece a criação do Centro de Estudos de Alimentação e o Curso de Dietética, e na Suécia inicia-se treinamentos profissionais para dietistas atuarem em serviços de alimentação para coletividades, hospitais, e também para as forças armadas.
É na União Soviética, porém, que se cria o primeiro Instituto Científico dedicado ao estudo de nutrição, com cozinha experimental e dietoterápica, principalmente para o estudo da conservação e valores nutricionais dos alimentos.
Em 1945 foi fundada, durante a Conferência de São Francisco, a Organização das Nações Unidas (ONU) e, sub-ligada a esta, a Organização para Agricultura e Alimentação (FAO), com sede em Roma.
Em 1946, a Organização Mundial da Saúde (OMS), com sede em Genebra, inicia a divulgação e execução de programas específicos ligados à produção e estudos sobre alimentos, marcando o aperfeiçoamento profissional da nutrição.
Na América do Sul, o professor Pedro Escudeiro incentiva na Argentina, a partir de 1926, a criação do Instituto Municipal de Nutrição em Buenos Aires, e em seguida a Escola Municipal de Dietista. Depois foi criado o Curso de nível universitário no Instituto Nacional de La Nutricion, marcando a formação de profissionais nutricionistas na América do Sul, ofertando bolsas de estudos aos outros países.
Acontece na Holanda, em Amsterdam, em 1952 o 1º Congresso Internacional de Dietética, e com ele a criação de cursos em outros países da Europa, África e América do Sul.
No Brasil, na Universidade de São Paulo, inicia-se em 1939 o primeiro curso para formação de educadores e inspetores sobre alimentação. Os cursos de formação nutricional acompanharam nesta história as tendências de cada época, cobrindo primeiramente as necessidades, ora por guerras e racionamento alimentar, ora por usar a nobre ciência em benefício do homem, integrando o mesmo à natureza e à tudo o que ela pode oferecer. Com a aprovação do curriculum mínimo, em 1962, mais trinta e quatro cursos foram criados até o ano de 1988, e atualmente registramos através dos conselhos regionais de nutricionistas, 44 cursos no território brasileiro.
Para o esporte, a história da nutrição seguiu quase o mesmo caminho, descobrindo sua importância à cada momento de necessidade. Nos anos 70 e 80, várias pesquisas relatam a importante relação dos nutrientes no desempenho, e mais pesquisas acontecem à cada ano, deixando o Brasil próximo aos países mais desenvolvidos na área, favorecendo a troca de informações, atual globalização, e incentivos à continuidade das mesmas.
Seja na alimentação institucional, saúde pública, na área clínica, no esporte ou marketing, o nutricionista torna-se cada vez mais participante na vida de todo cidadão, são ou não.
Ser nutricionista não é apenas cuidar da alimentação, mas sim, interpretar e compreender fatores culturais, biológicos, sociais e políticos, para criar soluções que garantam uma vida mais saudável, justa e equilibrada.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Educação em saúde ao ostomizado: um estudo bibliométrico


HEALTH EDUCATION TO OSTOMY PATIENTS: A BIBLIOMETRICS STUDY
ORIENTACIÓN A LA SALUD DEL OSTOMATO: UN ESTUDIO DE BIBLIOMETRÍA

Audrey Garcia Reveles1, Regina Toshie Takahashi2


RESUMO
Este trabalho objetivou identificar a produção científica sobre orientação ao ostomizado, publicada entre 1970 e 2004 e classificá-la segundo quantidade, cronologia de publicação, função exercida pelos autores, procedência, tipo, assunto, origem e palavras-chave; utilizando a metodologia bibliométrica. As 27 publicações foram coletadas no banco de dados DEDALUS, nas bases de dados LILACS, MEDLINE e de uma docente da EEUSP (referência nacional em ostomia). No total, 19 são nacionais, oito internacionais e escritas principalmente por enfermeiros e estomaterapeutas. Os tipos são: dissertações, teses, folhetos, livros e artigos. A procedência dos materiais é da academia, laboratorial e hospitalar. A década de noventa é a que concentra o maior número de trabalhos nesta área temática.  Todos têm como finalidade elevar a auto-estima dos pacientes para fazê-los sentir que, mesmo com uma ostomia, eles podem levar uma vida normal. Assim, o estudo mostrou que a enfermeira como educadora de um ostomizado deve conhecer tais publicações para melhorar a assistência.
DESCRITORES
Educação em saúde.
Ostomia.
Enfermagem.
ABSTRACT
This study has as its objective to identify the scientific studies dealing with the orientation to patients submitted to ostomy published between 1970 to 2004 and to classify them according to quantity, chronology of publication, authors’ function, source, kind of study, topic, origin and key words by using the bibliometrics methodology. A total of 27 publications were collected in the DEDALUS databank, in the LILACS and MEDLINE databases and from a professor of the University of São Paulo’s Nursing
School (EEUSP, which is a national reference in ostomy in Brazil). Of these, 19 were written by Brazilians and 8 by nonBrazilians; most were written by nurses and enterostomal therapists. Dissertations, theses, orientation manuals, books and articles were found. The origin of the material was academia, laboratories and hospitals. The 1990s concentrated the largest number of studies in this thematic area. All of them have the purpose of elevating patients’ self-esteem in order to make them feel that, even with an ostomy, they can have a normal life. Thus the study concludes that the nurse, as an educator for the ostomy patient, should be acquainted with those publications to improve the assistance he/she provides.
KEY WORDS
Health education.
Ostomy.
Nursing.
RESUMEN
Este trabajo tuvo como objetivo identificar la producción científica acerca de la orientación al ostomato, publicada entre 1970 y 2004 y clasificarla según la cantidad, cronología de la publicación, función de los autores, fuente, clase, asunto, origen y palabras-clave; utilizando la metodología de bibliometría. Las 27 publicaciones se encuentran en la base de datos DEDALUS, LILACS, MEDLINE y en la base de datos de un profesor de la EEUSP (referencia nacional en ostomía). En suma, 19 son nacionales y 8 internacionales; están escritas principalmente por enfermeros y terapeutas enterostomales. Las referencias son: disertaciones, teorías, prospectos, libros y artículos. Los materiales son de la academia, del laboratorio y del hospital. La década de los noventa concentró el mayor número de trabajos en esta área temática. Todos tienen como propósito elevar la autoestima de los pacientes para que sientan que, aún con  ostomía, pueden llevar una vida normal. Así, concluimos que el enfermero, como educador de un ostomato debe conocer estas publicaciones para una mejor ayuda.
DESCRIPTORES
Educación en salud.
Ostomía.
Enfermería.


Na Enfermagem a educação em saúde é um instrumento fundamental para uma assistência de boa qualidade, pois o enfermeiro além de ser um cuidador é um educador, tanto para o paciente quanto para a família, realizando orientações.
Neste trabalho, entendemos educação em saúde como um processo de ensino que o enfermeiro faz com seus clientes com o objetivo deles aprenderem a se autocuidarem, além de se tornarem multiplicadores dos conhecimentos da área de saúde.
Nesta perspectiva de orientação ao paciente para o seu autocuidado foi desenvolvido este trabalho, o qual enfocou a educação em saúde voltada para adultos.
Existem muitas teorias de Educação que definem o processo educação em saúde, umas mais rígidas, outras mais flexíveis, porém para as autoras, a educação em saúde deve considerar que todos os elementos envolvidos são importantes, tanto os profissionais da área quanto os pacientes, e que devem participar de forma ativa na construção do conhecimento.
Assim, neste trabalho focamos a educação em saúde voltada para o paciente adulto ostomizado. A ostomia é
um procedimento cirúrgico, no qual é realizada uma abertura artificial entre o intestino e a parede abdominal: o ostoma é o local através do qual se dá a passagem do conteúdo intestinal(1).
O processo ensino-aprendizagem do adulto ostomizado começa no pré-operatório, no qual a enfermeira deve estabelecer um bom vínculo com o paciente e a família para ajudá-los a começar a compreender como é a situação concreta a fim de melhor se adaptarem à mudança do estilo de vida.
Em seguida, no pós-operatório tem início uma abordagem técnica relacionada ao autocuidado do paciente, que se refere em como proteger a pele ao redor do ostoma, como trocar a bolsa de ostomia, fazer a higiene do ostoma, como se alimentar e evitar a formação de gases.
Por fim, a aprendizagem continua no domicílio e em grupos de apoio com a finalidade que o paciente e sua família encontrem maneiras de viver normalmente, mesmo tendo que conviver com uma ostomia.