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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Açúcar e sacarina devem ser consumidos com moderação

Os adoçantes não são uma solução definitiva para o açúcar, é necessário cuidar da dieta.

As pessoas que desejam controlar seu peso procuram consumir apenas pequenas quantidades de açúcar. Aqueles que desejam reduzir a ingestão de calorias sem sacrificar o sabor de seus alimentos optam por utilizar adoçantes, como a sacarina. Ambas as opções são válidas, mas os profissionais da saúde recomendam que o melhor é cuidar da dose de açúcar ou sacarina acrescentada aos alimentos.
Durante o último congresso da Sociedade Espanhola para o Estudo da Obesidade (Seedo), os especialistas discutiram sobre os benefícios de ingerir açúcar ou sacarina.
Miguel Ángel Martínez-González, professor de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade da Navarra, considera que os adoçantes podem proporcionar às pessoas uma “pequena ajuda”, mas pouco serve reduzir as calorias nas bebidas se não cuidarmos da dieta. Não tem sentido usar sacarina para o café depois de comer peru e doces no Natal, destaca o especialista.
O segredo está em manter o equilíbrio entre as calorias que ingerimos e a atividade física que realizamos. Pode-se dar preferência à sacarina por ter menor quantidade de calorias, mas no caso de uma pessoa magra e praticante de esportes, o professor recomenda o uso do açúcar.
Os profissionais da saúde concordam que é necessário controlar a dose de açúcar ou adoçantes que ingerimos, o problema está no excesso. Neste sentido, as bebidas açucaradas podem constituir um grande risco para a saúde, considerando que alguns estudos indicam que o consumo excessivo dessas bebidas aumenta o risco de padecer de obesidade, diabetes, osteoporose e outros males.
Carmen Gómez-Candela, chefe da Unidade de Nutrição Clínica e Dietética do Hospital Universitário La Paz, em Madri, opina que é preciso cuidar, inclusive, da quantidade de adoçantes ingeridos, considerando que este ingrediente é incorporado em muitos tipos de alimentos. A pesquisadora recomenda que as pessoas que decidem seguir uma dieta saudável consumam açúcar, porque os adoçantes “não deixam de ser aditivos artificiais”.
Os pesquisadores sugerem que se promova uma maior educação nutricional para que as pessoas tenham um melhor critério para escolher os alimentos que ingerem.



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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Título: O nutricionista e as redes sociais





Hoje a linha entre público e privado, pessoal e profissional, é muito tênue, por isso, as recomendações do CRN-3 aos nutricionistas em redes sociais são: 

[01] Redes sociais pessoais:
O ambiente profissional exige uma postura com mais formalidade, diferente da que mantemos diante dos amigos ou familiares e deve estar alinhada com os princípios éticos da profissão. Uma maneira de atuar com segurança e eficiência nas redes sociais é elaborar um perfil alinhado com o tipo de relacionamento que você deseja trabalhar. 


[02] Conteúdo com profissionalismo:
-  cuidar da sua imagem pessoal: 
Selecione cuidadosamente a sua foto do perfil, avaliando traje,  postura e cenário. 

-  evitar divulgação sensacionalista: 
É aquela que tem como característica um tom espalhafatoso ou exagerado e que concede ao público a ideia de algo excepcional, mesmo que o conteúdo conte com algum fundamento/referência. 

-  evitar a autopromoção: 
É a procura de benefício pessoal, enaltecendo as próprias qualidades, quando da divulgação ao público de assunto que deve ter essencialmente  caráter educativo, informativo e impessoal.  

O Código de Ética do Nutricionista diz: 
Art. 22. Relativamente à publicidade, é vedado ao nutricionista:
I - utilizá-la com objetivos de sensacionalismo e de autopromoção;

-  considerar a qualidade da informação: 
As informações devem estar sustentadas nos princípios da Ciência da Nutrição, com reconhecimento científico comprovado, atento para pronunciamentos que possam oferecer insegurança à população. 

Não se esqueça de avaliar, periodicamente, a necessidade de atualizar o conteúdo técnico, indicando referências bibliográficas científicas.

-  considerar a linguagem da informação: 
O conteúdo da informação sobre nutrição deve ser exato, de fácil entendimento, com linguagem clara, objetiva e didática, ponderando a linguagem formal e a coloquial, atento às normas gramaticais.  


Fonte : CRN 3