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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Até tu, adoçante?

O tema de Hoje Saiu em Quase locais OS TODOS e Revistas Depois do excelente Estudo publicado na Revista Nature. ELE demonstra OS Efeitos do consumo Desse Famoso substituto do Açúcar na microbiota intestinal e nd Saúde.

publicado Artigo EM das UMA Mais conceituadas Revistas Científicas, a Natureza, Uma demonstrou positiva Relação Entre o consumo de adoçantes Nao-calóricos (aspartame, sucralose e sacarina) ea Piora da Tolerância à glicose (Estágio clínico that precedem o diabetes).  O grande Alarde em torno Desse Estudo E that justamente como PESSOAS que Querem Controlar como taxas de glicose do sangue, São como that utilizam adoçantes. Além Disso, sabemos Que ELE E MUITO Utilizado POR PESSOAS sadias Como hum substituto "mais saudável" Que o Açúcar e hum uma de SUAS Vantagens legadas E Que Não São absorvidos cabelo Corpo. No entanto, ISSO NÃO Significa de Modo Algum Que Eles Não exerçam QUALQUER Efeito não Nosso Corpo e é Isso Que ESSE interessante Estudo demonstra.

Grandes sacadas / Resultados Desse Estudo:
- A microbiota intestinal Análise da - Composta POR inúmeras Bactérias Que atuam diretamente em Diversas funcoes não Nosso Organismo e ESTÁ relacionada com a Absorção de Nutrientes, Desenvolvimento da obesidade, diabetes, Entre OUTRAS - demonstra que como PESSOAS respondem de Modo diferente à sacarina (um tipo de adoçante estudado). Um dos methods utilizados Neste Estudo foi o Famoso  "transplante de fezes" não rápido Qual é coletado o Conteúdo intestinal de um "Doador" e transplantado em hum Organismo "receptor". Neste Estudo OS Doadores were tanto Humanos Quanto animais  that consumiam sacarina  e Os Receptores camundongos sadios.  A Partir Desta Técnica foi Possível demonstrar Que a RESPOSTA de intolerância à glicose induzida POR sacarina foi Dependente da microbiota intestinal. Ou SEJA, Nem todos estao susceptíveis um ESSE Efeito prejudicial dos adoçantes.
- Conforme mencionei, Os principais Resultados were observados pelo Consumo de sacarina, mas Existe Dentro do Estudo hum experimento that demonstra Que o MESMO Efeito (provavelmente em menor proporção) TALVEZ POSSA ocorrer com o consumo de aspartame e sucralose, mas AINDA São Necessários Mais ESTUDOS Para se Confirmar tal Efeito.
Este Estudo e Bem Complexo e TEM Muita Coisa that Podemos Falar, mas qua seria uma Mensagem Que DEVE Ficar? Cautela!
Embora o Estudo Apresente Alguns Dados com HUMANOS, OS principais ACHADOS were obtidos com camundongos e NÃO PODEM Ser extrapolados parágrafo Humanos. Além Disso, Muito embora o Estudo tenha o mérito de Nao ter Utilizado doses supra-fisiológicas de adoçantes (Como MUITOS ESTUDOS Anteriores Desse MESMO TEMA), ELAS São relativamente altas se considerarmos hum consumo humano Medio (12 pacotinhos de adoçantes por día). Logo, Se Você consome adoçante 1x por día, NÃO É O Caso de se preocupar, mas se ELE ESTÁ Presente em boa parte de SUA Alimentação (Não se esqueça dos Produtos dietas  e luzes ) TALVEZ SEJA O Caso de rever parte Desse consumo. Acima de Tudo, um DEVE Ser Mensagem Que devemos Manter Hábitos Alimentares Que estimulem Uma microbiota Saudável (ricas em alimentos "in natura", iogurtes, Fibras, Cereais Integrais ..).  
Esse tema "adoçantes e Alimentos dieta" é extenso e possui Muita Coisa interessante Para Ser discutida / refletida, POR ISSO prometo voltar ao tema em breve. Enquanto ISSO, vale sempre o Princípio that O melhor de Alimentação Tudo na (e na vida?) E um Moderação!
Até a Próxima!
desejo Coelho
Fonte:. Suez et al   adoçantes artificiais induzem glicose
intolerância alterando a microbiota intestinal. Natureza, 2014. e http://adf.ly/1ZNhKC


segunda-feira, 11 de abril de 2016

Sobre o milagre das pílulas do exercício

De tempos em tempos aparece uma nova promessa de medicamento que substituiria a prática regular de exercícios físicos. Mas você acha que isso é (ou será) possível?


É com certa frequência que surgem notícias bombásticas a respeito da descoberta de uma nova droga capaz de "imitar" a ação do exercício físico sobre o organismo. As chamadas "pílulas do exercício" (ou "miméticos do exercício") vendem muitos jornais e revistas, entusiasmam profissionais da saúde e, por motivos óbvios, causam alívio aos sujeitos sedentários, como se a solução para todos os problemas advindos do estilo de vida inativo pudesse ser comprada na prateleira de uma farmácia.

Sob o ponto de vista da fisiologia, no entanto, há diversas falhas conceituais que arrefecem nossa esperança nas "pílulas do exercício". Em primeiro lugar, os experimentos que apontam ações similares entre substâncias farmacológicas e exercício físico são realizados com cultura de células ou roedores (para um exemplo, ver este artigo). Evidentemente, há um salto muito grande de lógica para se concluir que humanos respondem a determinada intervenção da mesma forma que células isoladas ou animais de diferentes espécies. Em segundo lugar, nós, fisiologistas, esperamos que uma droga taxada como mimética do exercício exerça todas as ações deste. O problema é que nenhuma droga é (e provavelmente jamais será) capaz de promover tantos efeitos abrangentes como o exercício, beneficiando, praticamente, todos os sistemas do organismo. Algumas drogas, quando muito, exercem efeitos específicos que se assemelham à ação do exercício, como melhora na sensibilidade à insulina (a exemplo da metformina) ou no perfil lipídico (a exemplo das estatinas), de modo que não podem ser consideradas, no rigor da palavra, "miméticos" do exercício". Outro ponto que merece destaque diz respeito à segurança das "pílulas do exercício". Para serem consideradas verdadeiros miméticos do exercício, novas drogas precisam ser submetidas a testes clínicos rigorosos que apontem efeitos adversos similares àqueles atribuídos ao próprio exercício físico, os quais são bastante infrequentes (num post futuro, trataremos deste tema). Infelizmente, estudos pré-clínicos têm demonstrado que os "miméticos do exercício" podem apresentar riscos graves à saúde das cobaias testadas, o que indica que a implementação clínica dessas drogas está longe de ocorrer. Por fim, não nos esqueçamos dos custos vultosos associados ao desenvolvimento de medicamentos, que podem alcançar a cifra de USD 1,2 bilhão por nova droga que chega ao mercado. Certamente, tais custos são repassados ao consumidor, o que nos faz duvidar que alguma intervenção farmacológica seja, de fato, capaz de também "imitar" os baixos custos do exercício físico.

Preocupa-me, especialmente, a ilusão propagada pelas "pílulas do exercício" de que a prática de atividade física pode ser meramente substituída por uma ou mais drogas, o que encoraja um estilo de vida mais inativo e, dessa forma, presta um desserviço à saúde pública. Os farmacologistas mais otimistas podem até argumentar que, talvez, um dia, os bisnetos de nossos bisnetos possam desfrutar de uma era na qual fármacos sejam capazes de produzir, por completo, os efeitos do exercício (alguém acredita mesmo que a sensação de prazer e bem-estar proporcionada pelo exercício poderá ser substituída por uma droga?); entretanto, até que esse dia enfim chegue, permanece sendo a prática de atividade física regular a mais efetiva estratégia capaz de prevenir as doenças crônicas que assolam de maneira crescente a população mundial.

O conceito imbuído nas "pílulas do exercício" é realmente tentador; soa como o "caminho-mais-fácil-a-seguir", o "soma" de Audous Huxley (droga capaz de tratar todos os males da humanidade, no clássico "Admirável Mundo Novo"), o verdadeiro milagre criado como uma luva ao homem moderno que não possui mais tempo para o supérfluo, como a atividade física. Infelizmente, para a ciência, milagres não existem...

Prof. Bruno Gualano

Para saber mais do assunto, leia:
Gualano B e Tinucci T. Sedentarismo, exercício físico e doenças crônicas (2011) Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. 25: 37-43 (Edição Especial).
Booth FW e Laye MJ. Lack of adequate appreciation of physical exercise’s complexities can pre-empt appropriate design and interpretation in scientific discovery (2009) J Physiol 23: 5527–5540.

domingo, 10 de abril de 2016

Tomar café moderadamente na gravidez não modificaria o CI do bebê

Estudo demonstra que é seguro consumir até duas taças de café por dia durante a gravidez

Pesquisadores do Hospital Nacional de Columbus, em Ohio, realizaram um estudo com a participação de quase 2,200 mulheres nos Estados Unidos para determinar os efeitos que o consumo de cafeína pode ter durante a gravidez sobre o coeficiente intelectual (CI) ou problemas de conduta da criança.
Realizou-se um seguimento da gravidez de mulheres que decidiram ter filhos entre 1959 e 1974, um período no qual o consumo de café durante a gravidez era um hábito comum. Realizou-se uma avaliação das crianças ao cumprir 4 e 7 anos de idade. Os pesquisadores não encontraram evidência de que o consumo de cafeína pudesse estar vinculado ao risco de ter um CI mais baixo ou gerar problemas de conduta nas crianças.
Um estudo anterior demonstrou que o consumo de quantidades maiores de cafeína durante a gravidez não estavam associados ao risco de obesidade em crianças.
O Dr. Mark Klebanoff, autor do estudo, comentou sobre os resultados de sua pesquisa: “Tomados em conjunto, acreditamos que nossos resultados são tranquilizadores para as mulheres grávidas que consomem quantidades moderadas de cafeína, o equivalente a uma o duas xícaras de café por dia”.
A pesquisa foi publicada em 18 de novembro de 2015 na revista American Journal of Epidemiology.


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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Açúcar e sacarina devem ser consumidos com moderação

Os adoçantes não são uma solução definitiva para o açúcar, é necessário cuidar da dieta.

As pessoas que desejam controlar seu peso procuram consumir apenas pequenas quantidades de açúcar. Aqueles que desejam reduzir a ingestão de calorias sem sacrificar o sabor de seus alimentos optam por utilizar adoçantes, como a sacarina. Ambas as opções são válidas, mas os profissionais da saúde recomendam que o melhor é cuidar da dose de açúcar ou sacarina acrescentada aos alimentos.
Durante o último congresso da Sociedade Espanhola para o Estudo da Obesidade (Seedo), os especialistas discutiram sobre os benefícios de ingerir açúcar ou sacarina.
Miguel Ángel Martínez-González, professor de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade da Navarra, considera que os adoçantes podem proporcionar às pessoas uma “pequena ajuda”, mas pouco serve reduzir as calorias nas bebidas se não cuidarmos da dieta. Não tem sentido usar sacarina para o café depois de comer peru e doces no Natal, destaca o especialista.
O segredo está em manter o equilíbrio entre as calorias que ingerimos e a atividade física que realizamos. Pode-se dar preferência à sacarina por ter menor quantidade de calorias, mas no caso de uma pessoa magra e praticante de esportes, o professor recomenda o uso do açúcar.
Os profissionais da saúde concordam que é necessário controlar a dose de açúcar ou adoçantes que ingerimos, o problema está no excesso. Neste sentido, as bebidas açucaradas podem constituir um grande risco para a saúde, considerando que alguns estudos indicam que o consumo excessivo dessas bebidas aumenta o risco de padecer de obesidade, diabetes, osteoporose e outros males.
Carmen Gómez-Candela, chefe da Unidade de Nutrição Clínica e Dietética do Hospital Universitário La Paz, em Madri, opina que é preciso cuidar, inclusive, da quantidade de adoçantes ingeridos, considerando que este ingrediente é incorporado em muitos tipos de alimentos. A pesquisadora recomenda que as pessoas que decidem seguir uma dieta saudável consumam açúcar, porque os adoçantes “não deixam de ser aditivos artificiais”.
Os pesquisadores sugerem que se promova uma maior educação nutricional para que as pessoas tenham um melhor critério para escolher os alimentos que ingerem.



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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Comissão europeia regulamenta o uso de gorduras trans

Relatório aponta que a via legal será a melhor para regular o consumo de gorduras artificiais

Em junho, a Agência Americana de Medicamentos e Alimentos (FDA, por suas siglas em inglês) estabeleceu um prazo de três anos para erradicar as gorduras trans de todos os alimentos comercializados nos Estados Unidos, com a intenção de prevenir cerca de 20 mil enfartes de miocárdio e 7 mil mortes por doenças cardiovasculares. Na Europa, não se estabeleceu uma norma comum para regular o uso das gorduras trans, apenas quatro países – Dinamarca, Letônia, Áustria e Hungria- têm leis para controlar o uso das gorduras artificiais.
As gorduras trans aumentam o risco de doenças cardíacas, reconhecidas como a principal causa de mortes na União Europeia (UE). A Europa está perdendo a batalha contra as gorduras trans e os especialistas consideram que a única forma de limitar seu uso é pela via legal.
Em dezembro do ano passado, a Comissão Europeia emitiu um relatório no qual se analisa o uso de gorduras trans nos 28 países que formam parte da Comunidade Europeia, mas não se estabeleceram medidas concretas para restringir o uso das gorduras hidrogenadas.Entretanto, indica-se que os países membros da UE expressaram que, frente à inércia da UE, estão preparados para estabelecer regulamentações nacionais que limitem a exposição da população às gorduras trans.
O estudo indica que em alguns países, como a Lituânia, Letônia, Estônia, República Tcheca, Malta, Finlândia e Croácia, as taxas de mortes por doenças coronárias oscilam entre 20% e 35% do índice total. Os pesquisadores recomendam estabelecer normas restritivas, considerando que os níveis de mortes por motivos cardiovasculares reduziram-se na Dinamarca depois que se introduziu a lei que proíbe o uso de gorduras trans.
De acordo com o documento, uma regulamentação efetiva permitiria proporcionar ao público opções de alimentos mais saudáveis, sem a necessidade de distinguir alimentos com menores quantidades de gorduras trans. A medida permitiria proteger toda a população, incluindo os grupos mais vulneráveis.

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Consumo de alho pode aumentar a atratividade e saúde dos homens

Estudo demonstra que a ingestão de alho modifica o aroma do suor

Consumir quatro dentes de alho por dia pode aumentar a atratividade dos homens para o sexo oposto. Esta é uma das conclusões de um estudo realizado em conjunto por pesquisadores da Universidade de Stirling, Escócia, e da Universidade de Charles, República Tcheca. Os resultados da pesquisa indicam que os homens que comem alho são percebidos pelas mulheres como “mais atraentes”.
Para realizar este estudo, solicitou-se a participação de 82 mulheres, que deveriam dar sua opinião sobre o cheiro, simpatia e masculinidade de um homem a partir do aroma de suor impregnado em toalhas que tinham sido usadas pelos participantes da experiência. Foram 42 homens colaborando com o experimento. Os pesquisadores dividiram os voluntários em três grupos: o primeiro grupo comeu alhos inteiros, o segundo grupo tomou o alho em cápsulas e o terceiro grupo não ingeriu alho. Depois de avaliar o aroma das toalhas, as mulheres indicaram que os homens que consumiram alho tinham um aroma mais “agradável, atrativo e masculino”.
Os homens que tiveram o seu aroma corporal modificado ingeriram 12 gramas ou quatro dentes de alho por dia.
Sabe-se que o consumo de alho influencia no hálito, mas, até agora, não se sabia que também influenciava no aroma corporal. Os pesquisadores indicaram que o cheiro que se desprende das axilas após a ingestão de alho poderia ter um efeito positivo nas relações íntimas.
Pesquisas anteriores demonstraram que diversas espécies de animais utilizam o aroma como um indicador de boa saúde ou condição física no momento de escolher seus companheiros. Os pesquisadores indicaram que o aumento na afinidade poderia acontecer porque o aroma seria um indicador de boa saúde.
Diversos estudos informam que o consumo de alho tem um efeito antibiótico, antiviral e antibacteriano. Os autores do estudo apontaram que é possível que a ação antibacteriana do alho reduza o número de bactérias que causam o mau cheiro nas axilas e permita que um aroma mais doce seja liberado.
Pesquisadores do Medicine Center da Universidade de Maryland afirmam que alguns estudos demonstraram que o alho pode prevenir enfartes e ajudar a reduzir a pressão sanguínea em até 8%. Outros estudos apontaram que o consumo de alho tem um efeito protetor contra enfartes e embolias quando se ingerem dois dentes de alho diariamente.






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domingo, 3 de abril de 2016

Americanos preferem batatas e tomates a consumir verduras

Autoridades advertem que a falta de variedade poderia originar problemas de nutrição

Uma pesquisa desenvolvida pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indica que as batatas representam 30% das verduras processadas para a população americana, enquanto os tomates representam 22% dos cultivos. A alface soma-se à lista de verduras favoritas com 7%, e deve-se considerar que ao somar as três verduras indicadas alcança-se 59% dos vegetais cultivados e distribuídos para a população dos Estados Unidos.
Os pesquisadores indicaram que os resultados do estudo são preocupantes, principalmente porque se deve analisar com cuidado a preferência de alimentos. Dana Angelo White, nutricionista registrada, destaca que se deve manter uma dieta variada para garantir os nutrientes que requeremos. Em relação à preferência pelas batatas, White destacou que “Se a maior parte do consumo de batatas provém de fontes processadas, como as batatas fritas e batatas chips, possivelmente estejam fazendo mais mal que bem”.
O Serviço de Pesquisa Econômica da USDA informou que, em 2013, cada cidadão americano dispôs de 174 quilogramas de verduras e legumes ao ano, e desta quantidade 52 quilogramas correspondiam a batatas brancas. Mas as batatas não foram consumidas em sua forma natural, o organismo de controle indicou que dois terços das batatas foram utilizados para fabricar batatas fritas e outros tipos de alimentos processados ou congelados.
A tendência no consumo de tomates foi similar ao reportado no caso das batatas. Identificou-se que cada pessoa tinha disponíveis quase 30 quilogramas de tomates em 2013, mas apenas 9 quilogramas foram consumidos como tomates frescos, e os quase 21 quilogramas restantes foram processados como tomates enlatados, molho de tomate e outros alimentos industrializados.
White manifestou que, embora o tomate tenha nutrientes valiosos, não oferece todo o valor nutricional que se pode adquirir com uma dieta mais variada. A USDA ressaltou que as verduras escuras, como o espinafre, são ricas em vitamina A e ácido fólico, enquanto os legumes como os feijões vermelhos ou lentilhas proporcionam proteína e fibras ao organismo.
Sharon Zarabi, nutricionista do Hospital Lenox Hill, na cidade de Nova Iorque, sugere que as pessoas variem a “cor” de sua dieta, indicando que as cores de frutas e verduras proporcionam uma variedade de sabores e benefícios distintos para a saúde, ressaltando que é possível utilizar a alimentação como medicina.
Uma dieta variada é a base de uma boa alimentação. Os estudantes da área de Nutrição da FUNIBER aprendem a realizar as corretas combinações de alimentos para que seus pacientes obtenham uma alimentação que lhes permita um desempenho com energia em todas as suas atividades diárias.






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