Pesquisar este blog

domingo, 7 de agosto de 2016

Aquisição de Tiamina e Registro no Sistema de Informação

O Beribéri é uma doença causada pela deficiência de Tiamina (vitamina B1), de natureza multicausal, que, apesar de fácil tratamento, pode levar ao óbito. No Brasil, os casos mais recentes ocorreram, a partir de 2006, após o surgimento de óbitos em adultos jovens por causa mal definida no estado do Maranhão. Mais tarde, novos casos foram notificados nos Estados de Tocantins e Roraima. Entre os anos de 2006 e 2015, foram confirmados 2.201 casos de Beribéri nos Estados do Maranhão, Roraima e Tocantins, sendo que 48 pacientes evoluíram à óbito.
Grande parte dos surtos de Beribéri associa-se a condições de pobreza e fome, relacionando-se com situações de insegurança alimentar e nutricional grave, alimentação monótona baseada em arroz polido, elevado teor de carboidratos simples. Alguns grupos de risco específicos são mais acometidos pelo problema, como alcoolistas, gestantes, crianças e pessoas que exercem atividade física extenuante.
Os casos de Beribéri devem ser notificados ao Ministério da Saúde, conforme orientação do Guia de Consulta para Vigilância Epidemiológica, Assistência e Atenção Nutricional dos Casos de Beribéri, por meio da Ficha de Investigação Clínica e de Notificação dos Casos de Beribéri disponibilizada no sistema de formulários do DATASUS – FormSUS através do link: http://adf.ly/1cb8wC(external link).  
O tratamento do Beribéri é realizado com a administração de Tiamina. A aquisição dos suplementos de Tiamina é de responsabilidade dos municípios ou estados (onde couber), a partir do recurso financeiro do Componente Básica da Assistência Farmacêutica.  Na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME 2014) encontramos uma apresentação de Tiamina: Cloridrato de Tiamina 300 mg (comprimido).
Para mais informações acesse: http://adf.ly/1cawP5




OUTROS TEMAS INTERESSANTES:
  1. CONFERENCIA (1) 
  2. CONFERENCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (1) 
  3. CORPO HUMANO (1) 
  4. CRN 1 (1) 
  5. CRN 10 (1) 
  6. CRN 2 (1) 
  7. CRN 5 (1)
  8. CRN 6 (1) 
  9. CRN 8 (1) 
  10. Campinas (1) 
  11. Candida albicans (1)
  12. Candidíase (1) 
  13. Canto (1) 
  14. Cantor (1) 
  15. Cantora (1) 
  16. Canção de Nat King Cole (1) 
  17. Carin Weirich (1) 
  18. Ceará (1)
  19. Championship Company (1) 
  20. Childhood (1) 
  21. Clube de futebol Esporte Clube XV de Novembro (1) 
  22. Company
     (1)

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

A alimentação e o beribéri

O beribéri é uma doença de natureza carencial, causada pela deficiência de tiamina (vitamina B1).
A tiamina atua como coenzima no metabolismo dos carboidratos e aminoácidos, sendo essencial nas reações que produzem energia da glicose e que convertem a glicose em gordura para armazenamento em tecidos.
Por atuar como cofator de importantes reações relacionadas ao metabolismo dos carboidratos e aminoácidos, dietas altamente energéticas (principalmente aquelas ricas em carboidratos) aumentam a necessidade de tiamina e podem contribuir para o agravamento do quadro clínico.
Essa vitamina é normalmente encontrada em cereais, grãos, hortaliças, leveduras, nozes e carnes (especialmente vísceras, carne de porco e de vaca).
A tiamina, vitamina hidrossolúvel e termolábil, é bastante instável, podendo ser danificada com o modo de preparo e cozimento dos alimentos. A maior parte dessa vitamina é perdida, por exemplo, quando o arroz é lavado antes do cozimento, no próprio processo de cozimento e quando a água do cozimento é descartada.
Durante o processo de cozimento do arroz, a tiamina é perdida devido ao cloro residual da água do cozimento. Aproximadamente 45%  da perda de tiamina acontece durante o processo de lavagem e cozimento do arroz.
Recomendações para reduzir as perdas de tiamina nos alimentos
As perdas de tiamina em cereais poderiam ser reduzidas com o menor processamento desses alimentos, por exemplo o arroz polido, por ser altamente processado, retém menos tiamina que o arroz integral.
As perdas que ocorrem durante a preparação dos alimentos podem ser minimizadas seguindo os seguintes métodos:
- Use a quantidade mínima de água para a preparação de vegetais;
- Tampe a panela com uma tampa para encurtar o tempo de cozimento;
- Prefira cozinhar por um curto período de tempo em uma temperatura elevada;
-  Não lave o arroz antes de cozinhá-lo. Caso seja necessário, lave apenas uma vez com água fria.
- Não cozinhe o arroz com excesso de água.
- Utilize o arroz parboilizado, quando possível. 
Fatores Antitiamina
A tiamina nos alimentos pode ser destruída por compostos com atividade antitiamina que ocorrem naturalmente nos alimentos ou são produzidos nos alimentos como resultados de uma ação microbiana ou outra.
Essas substâncias podem estar presentes em folhas fermentadas e extratos de folhas de chá, nozes, peixe cru, mariscos e café (cafeínado e descafeínado).



OUTROS TEMAS INTERESSANTES:
  1. COMER (1) 
  2. COMPOSIÇÃO DO OVO (1)
  3. CONFERENCIA (1) 
  4. CONFERENCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (1) 
  5. CORPO HUMANO (1) 
  6. CRN 1 (1) 
  7. CRN 10 (1) 
  8. CRN 2 (1) 
  9. CRN 5 (1)
  10. CRN 6 (1) 
  11. CRN 8 (1) 
  12. Campinas (1) 
  13. Candida albicans (1)
  14. Candidíase (1) 
  15. Canto (1) 
  16. Cantor (1) 
  17. Cantora (1) 
  18. Canção de Nat King Cole (1) 
  19. Carin Weirich (1) 
  20. Ceará
     (1)

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Guia de Consulta sobre o Beribéri

O guia de consulta, documento produzido pelo Ministério da Saúde, destina-se aos profissionais de saúde de toda a rede de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS) e de seu Subsistema de Atenção à Saúde indígena, em especial àqueles que atuam na atenção básica, vigilância epidemiológica e que permanecem em contato direto com as populações sob risco, e destaca os aspectos relativos à vigilância epidemiológica, assistência e atenção nutricional do beribéri. Além disso, pode ser utilizado como material de consulta e fonte de informações sobre a doença.
O documento visa à adoção das medidas de detecção, prevenção e controle da doença em tempo oportuno. Além disso, apresenta situações predisponentes da doença, sua patogenia, quadro clínico, manejo clínico, orientações nutricionais, atribuições  dos membros das equipes de saúde e responsabilidades dos gestores, além de lista de alimentos e quantidade de tiamina, entre outros. 
Conheça o material e saiba mais sobre essa doença de natureza carencial, clicando aqui.
Sobre o Beribéri
No Brasil desde 2006, têm sido notificados casos de beribéri* nos estados de Maranhão e Tocantins. Em 2008 foram identificados casos suspeitos de beribéri em indígenas no munícipio de Uiramutã/ Roraima e deste então estão sendo empreendidas ações em parceria com o estado e município na investigação, acompanhamento, prevenção e controle do beribéri,
  • Beribéri: doença causada pela deficiência de tiamina (vitamina B1).  

Tendo em vista que há mais de oitenta anos não se tinha registro de surtos de beribéri no país, sua relevância epidemiológica se deve ao fato de acometer, majoritariamente, adultos jovens do sexo masculino, e pela sua capacidade de causar surtos e epidemias com o adoecimento e óbito em curto período de tempo.
O beribéri tem sido um importante problema de saúde pública, determinado pelas condições de vida e trabalho, sendo imprescindível, além das políticas de saúde, a definição de ações o bojo das políticas sociais para o seu enfrentamento.




OUTROS TEMAS INTERESSANTES:

  1.  CLARA DO OVO (1)
  2. COLINA (1) 
  3. COMER (1) 
  4. COMPOSIÇÃO DO OVO (1)
  5. CONFERENCIA (1) 
  6. CONFERENCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (1) 
  7. CORPO HUMANO (1) 
  8. CRN 1 (1) 
  9. CRN 10 (1) 
  10. CRN 2 (1) 
  11. CRN 5 (1)
  12. CRN 6 (1) 
  13. CRN 8 (1) 
  14. Campinas (1) 
  15. Candida albicans
     (1)



segunda-feira, 1 de agosto de 2016

BERIBÉRI

O beribéri é uma doença causada pela deficiência de tiamina (vitamina B1), que apesar de ser tratável, pode levar ao óbito.
O primeiro relato científico sobre beribéri foi feito por Bontius (1592-1631) que descreveu casos no sudeste asiático e usou a denominação beribéri. Os primeiros pesquisadores a investigar a causa da doença acreditavam que era a ingestão de alimentos contaminados por bactérias, principalmente o arroz. Posteriormente, Gerrit Grijns foi o responsável por mostrar que a doença era decorrente a uma carência nutricional devido ao fato de o arroz branco não fornecer as quantidades necessárias de vitamina B1.
No Brasil, os casos mais recentes ocorreram, a partir de 2006, após o surgimento de óbitos em adultos jovens por causa mal definida no estado do Maranhão. Mais tarde, novos casos foram notificados nos Estados de Tocantins e Roraima. Entre os anos de 2006 e 2015, foram confirmados 2.201 casos de Beribéri nos Estados do Maranhão, Roraima e Tocantins, sendo que 48 pacientes evoluíram à óbito.
Sua relevância epidemiológica se deve ao fato de acometer, majoritariamente, jovens adultos do sexo masculino, e pela sua capacidade de causar surtos e epidemias.
A carência de tiamina pode levar dois a três meses para manifestar os sintomas (o organismo humano não consegue manter reservas duradouras dessa substância) que são leves como insônia, nervosismo,  fadiga, perda de apetite  e evoluem para quadros mais graves como edema de membros inferiores, dificuldade respiratória e cardiopatia.
O beribéri é determinado pelas condições de vida e trabalho dos indivíduos, sendo necessário políticas públicas de saúde e políticas sociais para o seu enfrentamento. Grande parte dos surtos está associado a condições de pobreza e fome relacionando-se a condições de graves insegurança alimentar e nutricional, alimentação monótona baseada em arroz polido, elevado teor de carboidratos simples e também alguns grupos de risco como alcoolistas, gestantes, crianças e pessoas que exercem atividade física extenuante.
Essa doença também pode ser evidenciada em pacientes com nutrição parenteral (se não for incluída tiamina), obesos com dietas restritas, indivíduos com alta ingestão de carboidratos e baixo consumo de alimentos com tiamina.
O diagnóstico de beribéri é clinico e o tratamento é feito com reposição de tiamina.
Alimentos fonte de Vitamina B1
Essa vitamina é encontrada em alimentos como cereais, grãos, hortaliças, leveduras, nozes e carnes (especialmente vísceras, carne de porco e de vaca). A tiamina é  uma substância importante para o metabolismo dos carboidratos e aminoácidos, essencial nas reações que produzem energia.  
A tiamina é uma vitamina hidrossolúvel e termolábil, podendo ser danificada com o modo de preparo e cozimento dos alimentos, por exemplo, quando o arroz é lavado antes do cozimento e no próprio processo de cozimento.

Além disso, é importante considerar a existência de substâncias com atividades antitiamina, as quais podem estar presentes em folhas fermentadas e extratos de folhas de chá, nozes de certos tipos de árvores, peixe cru, mariscos e café (cafeinado e descafeinado).


OUTROS TEMAS INTERESSANTES:

  1. CI (1) 
  2. CLARA (1) 
  3. CLARA DO OVO (1)
  4. COLINA (1) 
  5. COMER (1) 
  6. COMPOSIÇÃO DO OVO (1)
  7. CONFERENCIA (1) 
  8. CONFERENCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (1) 
  9. CORPO HUMANO (1) 
  10. CRN 1 (1) 
  11. CRN 10 (1) 
  12. CRN 2 (1) 
  13. CRN 5 (1)
  14. CRN 6 (1) 
  15. CRN 8 (1) 
  16. Campinas (1) 
  17. Candida albicans (1)
  18. Candidíase (1) 
  19. Canto (1) 
  20. Cantor (1) 
  21. Cantora (1) 
  22. Canção de Nat King Cole (1) 
  23. Carin Weirich (1) 
  24. Ceará (1)

sábado, 30 de julho de 2016

Programa Nacional de Suplementação de ferro: Aquisição de Sulfato Ferroso e Registro no Sistema de Informação

O texto de hoje foi elaborado pela Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição (CGAN/DAB/MS) e fala sobre a aquisição de Sulfato Ferroso e o Registro no Sistema de Informação. Confira!
O Programa Nacional de Suplementação de Ferro (PNSF) prevê a suplementação profilática de crianças de 6 a 24 meses de idade, gestantes ao iniciarem o pré-natal (independentemente da idade gestacional) e mulheres até o 3º mês pós-parto com Sulfato Ferroso, com o objetivo de prevenir e controlar a anemia ferropriva. As gestantes recebem ainda suplementação de Ácido Fólico com vistas a prevenir a ocorrência de defeitos do tubo neural.
 Por meio da publicação da Portaria MS/GM nº 1.555, de 30 de julho de 2013, a aquisição dos insumos previstos no PNSF foram incluídos no Componente Básico da Assistência Farmacêutica, sob responsabilidade dos estados (onde couber) e dos municípios. Ou seja, os custos com a aquisição dos suplementos de Ferro e Ácido Fólico previstos no Programa estão por conta do município ou estados (onde couber).
Na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME 2014) encontramos três apresentações de Sulfato Ferroso e duas de Ácido Fólico:
  • Sulfato Ferroso: 5 mg/mL (xarope), 25 mg/mL (solução oral) e 40 mg (comprimido).
  • Ácido Fólico: 0,2 mg/mL (solução oral) e 5 mg (comprimido).
Desde junho de 2013, o monitoramento do programa é realizado por meio do Hórus (Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica), que é o sistema oficial responsável pelos Insumos e Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica do SUS.
Para mais informações acesse: http://adf.ly/1cawP5 e http://adf.ly/1cawQd





OUTROS TEMAS INTERESSANTES:


  1. Boston (1) 
  2. Bruno Gualano (1) 
  3. CI (1) 
  4. CLARA (1) 
  5. CLARA DO OVO (1)
  6. COLINA (1) 
  7. COMER (1) 
  8. COMPOSIÇÃO DO OVO (1)
  9. CONFERENCIA (1) 
  10. CONFERENCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (1) 
  11. CORPO HUMANO (1) 
  12. CRN 1 (1) 
  13. CRN 10 (1) 
  14. CRN 2 (1) 
  15. CRN 5 (1)
  16. CRN 6 (1) 
  17. CRN 8 (1) 
  18. Campinas (1) 
  19. Candida albicans (1)


quinta-feira, 28 de julho de 2016

Conheça o Programa Nacional de Suplementação de Ferro

As necessidades de ferro durante os primeiros anos de vida e durante a gestação são muito elevadas, por isso recomenda-se a adoção de medidas complementares ao estímulo à alimentação saudável, com o intuito de oferecer ferro adicional de forma preventiva.
Assim, dentre as ações existentes, a prevenção de anemia por deficiência de ferro deve ser planejada com suplementação de ferro medicamentosa em doses profiláticas.
No Brasil, a suplementação profilática com sulfato ferroso é uma medida adotada desde 2005 com o Programa Nacional de Suplementação de Ferro (PNSF).
O PNSF consiste na suplementação profilática de ferro para:
  • Crianças de seis a 24 meses de idade diariamente até completar 24 meses: 1 mg de ferro elementar/Kg
  • Gestantes diariamente até o final da gestação: 40 mg de ferro elementar + 400 mcg de ácido fólico**
  • Mulheres no pós-parto e pós aborto diariamente até o terceiro mês pós-parto/pós-aborto: 40 mg de ferro elementar.
Importante: A suplementação de ferro é recomendada para o cuidado para reduzir o risco de baixo peso ao nascer da criança, anemia e deficiência de ferro na gestante.
Curiosidades para o cuidado de crianças:
- Crianças em aleitamento materno exclusivo só devem receber suplementação a partir do sexto mês de idade. Se a criança não estiver em aleitamento materno exclusivo, a suplementação poderá ser realizada a partir dos quatro meses de idade, juntamente com a introdução dos alimentos complementares.
- As crianças e/ou gestantes que apresentarem doenças que cursam por acúmulo de ferro, como doença falciforme, talassemia e hemocromatose, devem ser acompanhadas individualmente para que seja avaliada a viabilidade do uso do suplemento de sulfato ferroso. Ressalta-se que a complementação de ferro oral a essas crianças deve ser considerada, por apresentarem igual chance de desenvolverem anemia por deficiência de ferro na fase de crescimento.
- A suplementação profilática com ferro pode ocasionar o surgimento de efeitos colaterais em função do uso prolongado. Os principais efeitos são: vômitos, diarreia e constipação intestinal. É fundamental a orientação das famílias quanto à importância da suplementação para que a adesão seja efetiva.
Curiosidades para o cuidado de mulheres:
- Todas as mulheres até o terceiro mês pós-parto devem ser suplementadas apenas com ferro, mesmo que por algum motivo estejam impossibilitadas de amamentar.
- O sulfato ferroso possui como limitante as intercorrências gastrointestinais, como vômitos, diarreia, constipação intestinal, fezes escuras e cólicas. Por isso, destaca-se a necessidade de orientação quanto aos possíveis efeitos e a necessidade de manter a suplementação até o final da gestação.
Obs.: A suplementação com ácido fólico deve ser iniciada pelo menos 30 dias antes da data que a mulher planeja engravidar e deve ser mantida durante toda a gestação para a prevenção de anemia.




OUTROS TEMAS INTERESSANTES:


  1. Bisfenol A (1) 
  2. Boletim (1) 
  3. Boston (1) 
  4. Bruno Gualano (1) 
  5. CI (1) 
  6. CLARA (1) 
  7. CLARA DO OVO (1)
  8. COLINA (1) 
  9. COMER (1) 
  10. COMPOSIÇÃO DO OVO (1)
  11. CONFERENCIA (1) 
  12. CONFERENCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (1) 
  13. CORPO HUMANO (1) 
  14. CRN 1 (1) 
  15. CRN 10 (1) 
  16. CRN 2 (1) 
  17. CRN 5 (1)
  18. CRN 6 (1) 
  19. CRN 8 (1) 
  20. Campinas (1) 
  21. Candida albicans (1)